A Avaliação Isocinética permite uma análise muscular e avaliação de possíveis desequilíbrios
A Avaliação Isocinética é exame que permite uma análise muscular e avaliação dos possíveis desequilíbrios e déficits musculares das articulações dos membros inferiores.
A Avaliação Isocinética é exame que permite uma análise muscular e avaliação dos possíveis desequilíbrios e déficits musculares das articulações dos membros inferiores. O teste fornece dados de força, potência e resistência muscular, permitindo além da orientação o direcionamento da reabilitação e do treino muscular com objetivo de reestabelecimento e recuperação da perda de equilíbrio das articulações.
O médico ortopedista do CREB, Dr Rodrigo Castelo Branco, explica que o teste é realizado por meio de um aparelho chamado Dinamômetro Isocinético Computadorizado, que registra o trabalho realizado pelo movimento articular. Além disso, Dr Rodrigo esclarece que esse teste está indicado para:
- Pessoas que sofreram lesões articulares, musculares, ligamentares ou tendíneas, auxiliando no processo de reabilitação;
- Pacientes pós-cirúrgicos ortopédicos, para avaliação dos resultados pós-reabilitação e liberação médica para atividades diárias e esportivas;
- Atletas amadores ou profissionais, a fim de avaliar risco e prevenir lesões, atuando como orientador no seu treinamento/ reabilitação.
Recentemente, Dr. Rodrigo avaliou o jogador de futebol do Boa Vista, Fernando Bob, que realizou a avaliação isocinética no CREB. “A principal vantagem ao indicar a Avaliação Isocinética, foi permitir ao meu paciente que é atleta profissional, o direcionamento da musculatura a ser fortalecida na fisioterapia, com objetivo de prevenir possíveis lesões músculo-esqueléticas e de melhorar o desempenho dele durante os jogos.”, esclarece o médico do CREB.
Desgaste do tênis mostra tipo de pisada
Uma série de problemas que ataca o tornozelo, passa pelo joelho e chega até a coluna vertebral pode estar começando nos pés. E uma boa dica para se avaliar isso é olhando a sola de seu tênis. A dica é da ortopedista e traumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, especializada em pés, a Dra. Flávia Junqueira. Segundo ela, o desgaste da sola do tênis ou sapato demonstra a forma como a pessoa pisa.
“Há três tipos de pisadas: a pisada neutra, a pisada pronada e a pisada supinada”, ensina a médica do CREB. No caso da pisada pronada, a pessoa pisa mais para dentro e, por isso, a parte de dentro da sola do calçado gasta mais rapidamente. “Já a pisada supinada é o contrário: a pessoa pisa mais para fora e, assim, a parte externa da sola gasta primeiro”. A pisada neutra, como o próprio nome diz, é equilibrada.
Segundo a ortopedista e traumatologista, a forma como a pessoa pisa pode ser o início de uma série de problemas, e os mais comuns são dores no joelho e na coluna. “É muito importante que se faça uma avaliação criteriosa do tipo de pisada, feita pelo ortopedista. Em muitos casos, isso deveria ter sido feito já na infância, pois o médico pode orientar desde então o tipo certo e específico de calçado a ser usado. O mercado oferece hoje tênis especializados para os tipos de pisadas, o que traz conforto e segurança para o usuário. Mas consultar um especialista é fundamental porque muitas vezes uma dor no joelho não é fruto, por exemplo, de uma lesão no local, mas sim de um problema no pé. Um especialista saberá diagnosticar o problema e indicar o calçado e o tratamento corretos”, garante ela.
Fumante tem mais chance de sentir dor lombar
Fumante tem mais chance de sentir dor lombar
Fumantes – especialmente os mais jovens – têm maiores chances de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. È o que garante uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health, publicada no American Journal of Medicine, que analisou profundamente 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.
Os cientistas chegaram a conclusão de que há uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas.
- Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619